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W.I.T.C.H. || Revisitando os quadrinhos clássicos — Volume 01, Saga Meridian

 Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra.  Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...

Crítica || Frankenweenie



Sinopse: Victor adora fazer filmes caseiros de terror, quase sempre estrelados por seu cachorro Sparky. Quando o cão morre atropelado, Victor fica triste e inconformado. Inspirado por uma aula de ciências que teve na escola, onde um professor mostra ser possível estimular os movimentos através da eletricidade, ele constrói uma maquina que permite reviver Sparky.

Adoro filmes do diretor Tim Burton, principalmente as animações.

Escolhi ir assistir esse filme logo no dia que teve a estréia de Amanhecer, péssimo dia para a escolha.

Porque péssimo? Não. Não foi por causa das filas enormes e fãs alucinadas pela saga (e que muitas nem leram os livros). Fora pelo simples motivo que o cinema perto de minha casa estava com todas as salas exibindo esse filme. Sim, retiraram Frankenweenie e muitos outros filmes ótimos que estavam em cartaz.

Do outro lado da cidade, porem, ainda havia uma sessão da animação de Tim Burton, mas eu não teria tempo para chegar. Volto pra casa emburrada e compro outros filmes na saída do shopping (Prometheus e Anjos da Noite). Em casa, encomendamos uma pizza e assistimos Prometheus.

Escolhi outro dia aleatório (o dia seguinte) e fui ao outro cinema, sozinha, assistir essa animação. Sim, eu queria muito ver esse filme, mesmo que fosse sozinha. E foi o que fiz. Descubro que os ares condicionados do cinema não estão em funcionamento, mas nem penso em desistir. Vamos ao filme então.

Particularmente adorei a idéia de a animação ser em preto e branco. Deu um ar de retro, porem com todo o gráfico em 3D que exibia o filme. O antiquado junto ao moderno. É uma animação bem ao estilo Burton de ser (lembram de noiva cadáver?), pois todo o filme traz aquela inquietante e um pouco sinistra áurea melancólica que só podia ter nas animações desse diretor. Tim Burton é nada mais nada menos que brilhante quando se trata de filmes.

A releitura, se assim posso tratar a animação, de Frankstein foi de encher meus olhos, e não sei dizer por ser um animalzinho que morre, o amor pelo amigo ou pela atmosfera melancólica de Burton, eu chorei em algumas cenas bem tocantes ao publico. Sei que não fora esse apelo que Burton queria fazer ao publico, porem, como todos sabem, um animalzinho quando morre num filme, faz todos chorarem, nem que seja por dentro.

Victor nunca se encaixou na sala, nunca arrumou amigos, e o Sparky, seu cãozinho, fora seu único companheiro de aventura. Quando seu único amigo morre, Victor perde o cão, o ar e todo o resto. Sei que os pais falam isso para acalmar a dor, pois ninguém poderia trazê-lo de volta. Mas, Victor, em uma aula de ciências, tem a idéia que pode mudar tudo isso.

Ele mora numa área onde cai raios constantemente e isso dá-lhe a idéia, juntamente a aula de ciências, em que ele poderá reviver seu cãozinho utilizando as correntes elétricas de alto volt como os raios.

Como disse, gostei do traço, gostei por ser um filme totalmente em preto e branco e gostei dessa versão mais bobinha de Frankstein. Simplesmente, o filme de Tim Burton está dentro de minhas expectativas.

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