Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Antes que me julguem, essa resenha era uma das preparadas para Junho. Trarei algumas antigas e as novas, até atualizar totalmente o blog para as atividades normais.
Mais uma dose dupla aqui no blog.
Comprei o volume 2 em Abril desse ano e até então não o
tinha lido, pois não havia visto o volume 1 em lugar algum. Ainda bem que um
colega da faculdade também é viciado em mangá e tem, em sua coleção, o volume
1. Ele me emprestou e agora estou aqui resenhando ambos os volumes.
Já sabem que eu adoro zumbis (na verdade adoro todas as
criaturas sobrenaturais, menos as fadas os vampiros que brilham no sol).
Já havia resenhado sobre a light novel de ResidentEvil, lançada pela NewPOP (esperoansiosamente que eles lancem outros títulos do gênero) em outra postagem. Agora
é um mangá, ainda em publicação (pelo jeito é bem recente até mesmo no Japão,
pois a periodicidade no site da Panini é
Anual). É por essas e outras que faz falta uma loja especializada em São
Luis.
Chega das lamentações e das desculpas, eu li os dois volumes
e agora é hora de dar meu veredito. Gostei do titulo, está aprovado e na minha
lista de acompanhamento “mensal” nas bancas.
O 1º volume explica o inicio (isso é bem obvio, mas tem que
frisar, tem livros e mangás que começa lá no meio da história e nunca explica
nada) de como os personagens principais vão parar no lugar que está sofrendo o
ataque bioterrorista, que neste mangá é uma escola asiática e isolada do mundo
exterior. Nossos protagonistas são o bacteriologista Doug Wright e seu sobrinho
Ricky Tozawa, que o acompanha a pedido do próprio tio para que conte como
pontos na disciplina que Ricky está quase reprovado. O colégio Marhawa é
isolado do mundo exterior e nenhum contato com este é conseguido. Sua diretora
é a Madre Garcia e essa impede todas as tentativas de noticiarem os
acontecimentos às autoridades.
Doug e Ricky são chamados pela Madre para uma investigação a
cerca de um ataque isolado em uma garota, que havia desaparecido e sido
encontrada transformada na criatura que popularmente é conhecida como zumbi. O
caso é considerado pelo Doug como o mesmo acontecido em Raccon City. Querendo chamar a equipe da B.S.A.A. foi impedido pela Madre. Continuaram as investigações.
Não quero mais dá detalhes da história, mesmo tendo que
soltar um pouco já, mas é preciso para tal situação ser detalhada. Garcia, a
diretora, é realmente obcecada pela perfeição de sua escola, considerada um
santuário, para tanto não chama as autoridades nem alarma a própria B.S.A.A. que cuidou do caso de Raccon City e a Umbrella. Apesar de todos os sintomas dos alunos contaminados
indicarem a presença do T-Vírus, as
pessoas mordidas pelos zumbis não eram afetados pelos vírus, algo que até mesmo
o consultor e bacteriologista Doug não conseguia explicar.
O primeiro volume é um pouco de história e enrolação, mas
essencial para entender a bagunça instalada no começo do segundo volume. “A
porca torce o rabo” no segundo volume, quando, depois de Madre Garcia queimar
as garotas infectadas, proibir a saída do Dr. e seu sobrinho e evitar a
contratação com a equipe da B.S.A.A., o grupo é destinado ao subsolo da escola
onde se encontra mais infectados que devem ser eliminados.
Ricky, odiando as decisões tomadas pela Madre, ganha uma
aliada na escola. É a aluna e presidente do conselho estudantil chamada Bindi
Bergara, que quer, a todo custo, derrubar essa “proteção” estabelecida pela
Madre. Mas isso está longe de ser fácil. Enquanto isso, a orda de zumbis ficam
cada vez maiores.
Creio que todos já são bem familiarizados com o universo de Resident Evil, então sabemos que a
equipe B.S.A.A. como um bom herói americano
aparecerá em breve. Pela ação e mistério, pois os zumbis não infectam quando
mordem as pessoas, é bom reservarem um tempo para procurarem as edições de Resident Evil: Biohazard.
PS: Atualmente se encontra a edição numero 3 nas bancas.
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