Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Lançado agora para o mês de novembro, o volume 23 de Fairy
Tail trás o clímax do arco Edolas. Pesquisando no Wikipédia, o arco acaba no
capitulo 199. O volume 23 trás do capitulo 188 a 196, faltando, portanto, 3 capítulos
para o termino do arco.
Não direi que até agora é meu arco favorito, até porque
gostei de todas as historias até então apresentadas. Sei que na internet,
acompanhando o lançamento do Japão, os capitulos disponíveis já estão bem mais
na frente e que muitos fãs do titulo acham um dos arcos mais chatos. Porem,
gostei do que o mestre Hiro Mashima trouxe para o arco: um mundo paralelo a
terra.
Para se situar um pouco farei um breve resumo do arco Edolas:
A terra foi sugada por um anima e levado para Edolas (um mundo paralelo a
terra), só restando Natsu e Wendy (Charle e Happy com eles). Então o grupo
decide ir atravessar o anima que ainda está aberto para resgatar o resto da
guilda (e conseqüentemente tudo que fora tirado da terra). Em Edolas, eles
foram guiados por Charle, que assim como Happy, nasceu no mundo de Edolas.
Não vou falar muito da trama do arco, assim estrago muitas
descobertas que ele tem!
A parte que realmente achei fofo (e me emocionei também) foi
a que conhecemos quem são os pais de Happy, porem, eles preferem manter segredo
(tadinho do Happy, não ficou sabendo que estava na casa dos pais).
Tambem no volume 23 vemos mais uma vez Erza lutando com sua
versão de Edolas: Erza KnightWalker. Toda essa parte da luta é bem emocionante
também, a galera toda da Fairy Tail dá umas lições de moral que deveríamos carregar
para toda vida.
Vemos também a guilda Fairy Tail de Edolas unida para ajudar
Natsu, Erza, Lucy, Gray, Wendy e Gajeel na luta contra as divisões de guerra do
Reino de Edolas. Engraçado disso é ver os personagens em duplicadas, porem de
personalidades totalmente diferentes, e o pessoal da Fairy Tail da terra vai
ensinando lições e mudando nem que seja em um pequeno detalhe o modo de vista
de Edolas. É ilariante ver Gray, que sempre está semi-nu, encontrar sua versão “gorda”
de Edolas por causa de tanta roupa que veste.
Descobrimos a verdade sobre Mystogan (que, ao meu ver, estava
demorando demais) e vemos a Lisanna de Edolas.
Gostei muito de ver o povo de Happy, chamado Exceed, que
uniram forças para salvar Extalia (um país flutuante, em cima de Edolas). Um bônus
que não posso deixar passar é ver Gajeel que ainda quer um “gatinho” para chamar
de seu. Afinal, os outros dois matadores de dragões (Natsu e Wendy) também tem
um, não poderiam excluir Gajeel.
Espero ansiosamente pelo mês de dezembro com o desfecho desse
arco que, com certeza, ainda vai trazer muitas emoções aos leitores.
Fairy Tail, uma publicação da JBC.
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