Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Esse livro já me prendeu nas primeiras páginas. Interessantíssimo o paralelo que já podemos fazer em tão poucas páginas após o ínicio da leitura. O titulo, quando pronunciei em voz alta pela primeira vez, lembrou da palavra arcaico, que usamos para designar algo velho, ultrapassado. Arkhaika é o nome do planeta em questão. Um planeta sem tecnologia, sem máquinas nem avanços científicos. Que vive de caça e plantação, vida simples, conhecimento transmitido oralmente de pai para filho. Algo ultrapassado para as vidas de hoje. Apesar desse "atraso", a vida dos habitantes é totalmente autossustentável. Mais eles não são os únicos no universo. Uma raça mais avançada (tecnologicamente falando) chegou um dia, com uma proposta de paz e os planetas fizeram um acordo: a cada ano, a nação de Arkhaika cederia seus homens adultos, quando a outra traria um grupo de pessoas especialistas e máquinas. Seria quase uma troca de conhecimento que seria bom para ambos os lados,...