Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Amor de anjo, pois anjos também podem cair em tentação... Ah, se Mauricio de Sousa quisesse, poderia ganhar bem mais dinheiro do que já ganha. Para lugares inexplorados pelo homem, ele criou o Astronauta, mas e para a mitologia antiga (celta, grega, romana e religiosa)? Ele ainda tem um mercado grande e ainda inexplorado pela Turma da Mônica. Agora com o Ângelo crescido e depois dessa revista única da Turma da Monica Jovem, ele poderia criar um projeto (quem sabe uma graphic novel) de Ângelo e resgatar todos os seres mitológicos, primeiro com as ninfas. Assim alem de resgatar uma cultura praticamente extinta da civilização, ele poderia sim ensinar a crianças, jovens e adultos um pouco mais sobre preservação, não só da cultura, mas do mundo que vivemos de uma forma bem natural e divertida. Porque a diferença entre algo apenas educacional para algo com uma finalidade de alertar é grande. E vejo que a TMJ é uma ótima oportunidade de critica. Não é a primeira vez que vejo algo...