Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Preciso começar dizendo que essa obra foi publicada primeiramente na França e só depois disso, foi copilada e lançada no Japão. O autor, Shiro Kuroi, tentou no mercado local japonês mas não conseguiu êxodo, tentando depois no mercado internacional. E eu realmente não entendo como não foi reconhecido pelos Japoneses, pois Leviathan é uma obra fenomenal.
Quero deixar logo avisado que a obra terminará com 3 volumes, o que é uma ótima pedida para quem quer começar a ler mangá, pois será uma coleção pequena. O segundo volume já está a venda e hoje falarei do primeiro volume aqui.
Pra começar, Leviathan é o nome da nave de viagens comerciais que fazia viagens entre a Próxima Centauri e a Terra. E nessa viagem em questão, estava indo uma excursão de alunos que estavam finalizando o ensino fundamental comemorando sua formatura. Acontece que a nave foi atingida por algo que ainda não se sabe se foi bombardeada ou apenas meteoritos, mas que a colocou em situação de emergência (e das grandes!). Ao que tudo indica, eles tem um pouco mais de 2 dias para serem resgatados, ou somente 1 sobreviverá. Tudo isso está sendo contado para nós através do diário de bordo de um dos alunos, o Ichinose.
Depois de tudo que contei, já sabem a aflição que está nessa nave e o que você vai acompanhar nessa história. A descoberta da nova realidade e até os limites da natureza humana ao sinal de perigo, tudo é questionado nessa história. Há cenas pesadas e bem explícitas de morte, então se você é sensivel, não recomendo a leitura, já deixo avisado. O traço do mangá é uma beleza a parte, bem cheio de ranhuras, detalhes, sombras e profundidade, ele é bem desenhado. Você consegue sentir o desconforto e todos os sentimentos dos personagens pelo traço. É incrível (e olha que só tinha tido essa experiência pesada em mangás de terror como o de Jun Ito).
Aqui começa um "Battle Royale" para a sobrevivência do mais forte, o que mostra que não conhecemos o limite do ser humano em situações extremas. É uma história que vai questionar totalmente sobre limites sobre querer viver. E isso me atraiu de uma maneira bem peculiar! Estou super curiosa para saber mais do que rolou nessa nave em seus últimos momentos e o que esses alunos fizeram.
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