Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Eu amei esse livro. Confesso que foi bem estranho no início se acostumar com um narrador casa, mas as piadas de casa são bem legais e depois de um tempo, você até esquece que é a casa que está narrando a história - até chegar nas piadas de casa novamente. A história foca em 3 tempos: 2000, 2010 e 2020 - assim, conhecemos 3 famílias distintas. Primeiro a Ana e seu pai Celso; segundo a Catarina e seu sobrinho Greg e por ultimo Beto, sua irmã Lara e a mãe (que esqueci o nome). O legal que ela conta os romances desses moradores: Ana, Beto e Greg, e todos os 3 são gays. Ana é uma adolescente que acha que sua vida está indo de mal a pior quando recebe uma notícia do pai que vai mudar sua vida drasticamente. Greg, pros seus pais fugirem da responsabilidade de contar sobre o divorcio, manda seu filho adolescente pra passar umas semanas com a tia e acaba se apaixonando fortemente e vivendo seu primeiro amor. E Beto, que já está chegando na fase de jovem adulto, vive em uma plena pand...