Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Esse foi o primeiro livro da parceria com a Assessoria Adriana Vargas. E que livro, senhoras e senhores, que livro! Devorei em 3 dias e só demorou mais porque além de receber visitas de natal, eu também dividi meu tempo em assistir série (terminar Stranger Things e ver a primeira temporada de Bridgerton). Primeiramente, o Diabo no Fundo da Sala é um livro bem escrito. Não há narração esdruxula - pelo contrário, ela é requintada e nada repetitiva, dá de dez em muitos livros que já li. Os personagens são bem trabalhados e detalhados e não há coisa melhor que isso num livro. Odeio quando o personagem é superficial e só jogado no meio da confusão. O livro é bem erótico, fazia tempo que eu não via um livro bem trabalhado e excitante. As fantasias da protagonista são bem aproveitadas e tornam-se a pimenta perfeita pro erotismo do livro. Além disso tudo tem a paixão e o romance, eu achei deveras interessante as intrigas e o desenrolar da história. Um quebra cabeça a parte para o le...