Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Apesar de tão pouco merchandising, uma estreia no meio de uma pandemia e pouca gente empolgada, Dois Irmãos consegue alcançar o esperado para esse filme. Faturando US$ 68 milhões, esse filme segue com alguns fãs criticando o filme por ser raso e sem muita emoção. Posso dizer que eu discordo um pouco dessa maioria. Eu gostei bastante.
Confesso que eu esperava um pouco mais, pois o trailer me deixou bem hipada, e eu esperava uma grande aventura e ação e não uma jornada de auto conhecimento do protagonista. Mesmo assim, me prendeu a atenção e me arrancou por 1 hora da realidade, me fazendo ficar imersa nesse filme.
O universo criado para Dois Irmãos é rico e mágico, e já imagino o quanto isso pode render dentro do Disney+, com séries derivadas.
Ele destoa um pouco dos filmes da Pixar porque ele não termina tão feliz como os outros, mas com uma esperança de um mundo melhor, como se eles tivessem mudado um pouco o mundo por eles mudarem. Sabe aquela máxima de dizer que para mudar o mundo, precisamos mudar nós mesmos? Que mudando nosso modo de olhar as coisas, influenciamos outros ao nosso redor? É isso que acho que é a grande mensagem desse filme.
Vi muita gente não gostando desse filme e acho que o motivo é exatamente ele não se parecer com a maioria de filmes Pixar que termina com o astral lá em cima. Acho que ele não vai ser popular com as crianças (e talvez por isso que não teve muitos brinquedos fabricados).

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