Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Texto escrito para a aula de Sociedade, Cultura e Consumo. Achei legal e resolvi compartilhar aqui.
Leônia é uma cidade atual. O autor narra a monstruosidade que é uma cidade metrópole. Leônia poderia ser a ilha de São Luis, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo. Rica, cheia de pessoas e novidades, mas que tudo seja passageiro. Pode citar o consumismo desenfreado, a necessidade de sempre procurar coisas novas e o desespero de descartar o antigo. "Tanto que se pergunta se a verdadeira paixão de Leônia é de fato, como dizem, o prazer das coisas novas e diferentes, e não o ato de expelir, de afastar de si, expurgar uma impureza recorrente"
O fato também pode abordar questões ambientais como o descarte inadequado das coisas que a cidade "nova" se desfaz. Algo que é bastante atual, quantas cidades de lixo a sociedade já construiu sem perceber ou não dá a mínima?
A falta de planejamento nas expansões urbanas e seu crescimento rápido também são abordados, cada vez que a cidade cresce e mais descartes são produzidos, mais próximo pode ser soterrada, engolida pelo seu lixo.
O progresso, a evolução das coisas feitas e a falta de preocupação em onde a coisa antiga irá parar, faz com que verdadeiras cidades de entulho nasçam e dá origem a subúrbios.
Ainda há uma ideia subtendida que o ser humano seja uma doença, um câncer para o meio ambiente, para a terra e que mesmo uma dessas civilizações acabar, se as pessoas, as outras cidades não criarem a consciência, elas virarão outras Leônias, sempre se renovando e criando cidades de lixo cada vez mais densas e sufocantes.

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