Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
** Postado Primeiramente no Blog Canteiro de Obras Literárias, onde sou colunista. Para ler a resenha original, clique aqui . ** Preciso dizer, desabafar, gritar para todo mundo ouvir: É a primeira vez que eu leio romance de Época!!!! E ESTOU APAIXONADA PELO LIVRO E PELO GÊNERO. Estou apaixonada pela atmosfera e pela narração de Julia Quinn e com certeza já estou correndo atrás dos outros livros dessa autora. O livro conta a história de Honoria, uma mulher na flor da idade, a procura de um marido, mesmo não sendo sua preocupação imediata. E nessa "saga" reencontra um "quase" amigo de infância dela: Marcus. E nesse reencontro intenso e sem programação, ambos começam a se olhar com outros olhos. É incrível o jeito que o amor aqui é retratado. Uma forma doce, nascido sem intenções, fortificado a cada dia e a cada momento que vivem juntos. Não tem como não torcer por eles, se apaixonar com eles e viver esse sentimento com eles. Foi diferente de outros roma...