Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Do protesto, o mito e
a decadência
Como prometido depois da postagem para relembrar a
Arrow-Ray, eu fiquei de falar sobre esse assunto. Ele aconteceu no finalzinho
de 2015, em dezembro só para completar o ano com o chave de ouro.
Para a internet em geral (e principalmente para os otakus
Brhuehue), esse assunto já é velho (e quase esquecido), mas como sei que muitos
leitores aqui não acompanham mimimis e polêmicas que ocorrem, principalmente
quando é fechado em um grupo no facebook, prefiro contar pra vocês. E também
porque fiquei devendo minhas impressões sobre o caso surreal que se sucedeu.
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| Não sei quem foi o autor, então não tem créditos da imagem pra por aqui =/ |
Não tenho palavras para descrever o guri dos mangás piratas,
tamanha foi a audácia que o mesmo teve. O blog Mais de Oito Mil recebeu a denúncia de um vendedor que anunciava
mangás em português de obras que ainda nem licenciada no país foram. Mas o
que mais chamou atenção foi o caso dele ter One Puch Man. Este que a Panini
anunciou num ultimo evento os direitos e que já vai lançar em março.
Bruxaria? Uma nova editora surgindo no País? A resposta é
não.
Era uma pessoa que produzia
mangás em sua humilde residência e com isso vendia no Mercado Livre. E todo
esse esquema não era para obter lucro não. Longe disso. Era uma forma de protesto contra essas editoras
que nunca escutaram um pedido dele e que lança mangás de péssima qualidade
gráfica, indignas de ser chamadas de
profissionais.
Logo após ficar conhecido por causa da postagem do Mais de
Oito Mil, ele foi para a boca do povo. A
comunidade otaku da internet ficou dividida entre acusar e querer que a justiça
fosse feita contra a pirataria; os que defendiam com unhas e dentes o
"protesto" do vendedor; os que acusavam ambos os lados e aqueles que
só queriam ver a zoeira com pipoca.
O que teve de moralistas falando do crime cometido e que
preferiam ler online foi o absurdo da situação. Scan online também é pirataria
e crime do mesmo jeito. E afirmar isso para os defensores foi a gota d'água
para muitos. A baixaria chegou no grupo do facebook e passaram os estragos na
zoeira, já que a mesma não tem limites.
O ápice da história
toda foi quando uma editora responsável por ser uma das porta-voz de uma
famigerada editora publicou - no grupo do facebook no qual todas essa baderna
estava acontecendo - que o que o vendedor, já conhecido pela alcunha de Kira do
Mangás, estava fazendo era crime e que todos poderiam - e deveriam - denunciar
as coisas numa delegacia mais próxima. Para muito aquilo foi o deleite para
começar a criticar e fazer piadinhas. Foi uma madrugada agitada e o cúmulo para
a editora foi ver estudante de direito defendendo a pirataria. Isso foi o
suficiente para a moça sair do grupo e excluir sua postagem.
Mas o que é bom (???!) dura pouco e depois de quase 24h
deste que a matéria revelou o Kira ao mundo, o rapaz responsável desistiu de
todo seu negócio e protesto. Talvez se dê pelo fato de um rápido aumento de
seguidores em sua fanpage e a ocorrência de pedidos para que trouxesse Jojo
para o Brasil, mostrando que nem o justiceiro dos mangás aguentou o povo chato.
Após pensar muito em tudo que tá acontecendo (e com medo da
editora processar o mesmo), ele declarou
em sua fanpage que se retirará do mercado devido a falta de tempo para se
dedicar a empreitada. Mas antes de sumir de vez, ele prometeu deixar seus
ensinamentos para os discípulos e roga que vários farão como ele e que seu (curto)
legado não terminará. Ele acendeu a
chama da "justiça" em vários seguidores e um dia terá outros
fazendo o que ele não pode continuar.
Há quem dia que o Kira parou suas atividades para evitar a
visita de um processo em sua humilde residência, mas isso talvez nunca
descobriremos (aham, sei!).
Uma coisa é concreta:
não foi dessa vez que os otakus conseguiram o seu precioso Jojo.
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kkkkk o engraçado disso foique mta gente falava pra ele que ele seria processado e ele falava que naotinha medo pq seus pais eram advogados
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