Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...

Pela segunda vez na vida desse blog faço uma resenha de um
livro abandonado. A primeira foi do livro Túneis.
Dessa vez, é um livro recebido no início do ano pela
Editora Aleph. Ainda quero terminar de ler, adorei a premissa, mas por ser um
livro antigo, a escrita dele foi um grande empecilho para a leitura,
principalmente para mim que leio em pouco tempo, por ter faculdade, estudar e
outros afazeres. Então assim que tiver menos livros na pilha de não lidos e
mais tempo, voltarei a leitura.
Enquanto isso, já queria falar dele para vocês. Adorei a
capa. Ela não é reveladora e isso é muito bom.
A premissa da história é interessante, o problema principal
é que o autor trabalha um mundo pós apocalíptico, com radiação de bombas
nucleares, soltadas na época da guerra mundial. Após a guerra, mais da metade
do mundo foi devastado, e o conhecimento e tecnologia foi com ele, trazendo uma
nova era medieval e com várias pessoas sofrendo doenças e deformações por causa
da radiação. Com isso, uma ordem da igreja tem como objetivo resgatar antigos
conhecimentos da humanidade. E tudo isso, o autor descreve e explica em
detalhes, o que deixa a escrita complexa, detalhista e lotada de termos mais
científicos. Infelizmente, o estilo da escrita da época do livro também se
torna mais um empecilho para a leitura e para quem já tem.dificuldade com
livros de José de Alencar, também sofre para se acostumar com a linguagem de
"Um Cântico para Leibowitz".
Mas para o nerd aficionado por ficção científica com mais
base, esse livro pode ser a pedida certa para uma leitura. Infelizmente para
mim, ainda não fluiu a leitura até o final, abandonarei por hora para resgatar
a leitura quando tiver de cabeça mais relaxada.
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