Conheci esse quadrinho ontem (veja só), e acabei de ler os capítulos disponíveis no Tapas hoje. A história, que tá sendo escrita pela autora @mari_santtos tem 19 capítulos publicados na plataforma e a finalização do primeiro arco se dará pelo quadrinho físico lançado na CCXP deste ano (o qual está sendo feito um financiamento coletivo no Catarse). Eu confesso que é uma tortura muito grande não ter mais capítulos sendo publicados (se lerem, vão entender o porquê). Mas venho dizer que vale a pena a leitura. O traço dela é muito lindo e mostra muito bem as reações da protagonista, Dora, e dos outros personagens. A escolha da estética também conversa muito com o clima da ambientação, o mundo fofo rosa da Dora entra levemente em contraste com o preto e lilás da Velma, a Gótica. Nós sabemos que a garota fofa tem algum assunto mal resolvido com góticxs, mas não sabemos o quê até então. Mas isso faz com que ela, sempre carismática, pré-julgue a Velma e piora toda a situa...
Gente, essa coluna foi criada por outra blogueira, mas
muitos outros blogs copiaram para seus sites, então eu resolvi fazer o mesmo e
inaugurar aqui na coluna Diário de
Leitor.
Futuramente farei uma variação para o Diário de Gamer, mas estou estudando o caso.
Mantendo os créditos da criadora da TAG Li Até a Pagina 100,
utilizarei as perguntas que ela utilizou (e a imagem que ela criou).
PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100:
“A primeira foi abaixar-se atrás de um recorte
em tamanho natural do jogador de tênis Andy Murray.”
DO QUE SE TRATA O LIVRO?
Kenny Blackwood, o protagonista, é um adolescente que foi ao
Japão visitar seu pai. Porém tudo muda quando chega no país, já que ele se vê
envolto por uma guerra que começou antes mesmo do seu nascimento. E ele é a
chave de tudo, probleminhas que ele vai carregar de herança por causa do seu
avô. Agora ele precisa salvar metade do mundo em um prazo bem curto: apenas
nove dias!
O QUE ESTOU ACHANDO ATÉ AGORA?
Ótimo. Adorando poder conhecer mais sobre a mitologia e
cultura de um país que me fascinou por suas obras em quadrinhos e equilíbrio com
o antigo tradicional e o moderno super tecnológico. Kenny e Kiyomi não são
protagonistas muito “normais”, como estamos saturados a encontrar em livros, o
que faz cada página ser deliciosa para se ler.
Kenny não faz o tipo “herói” de um romance, muita das vezes
deixando ser salvo por sua parceira Kiyomi. Irônico, apesar de está correndo
risco de vida, eles se dão bem (tendo praticamente a mesma idade e um passado
trágico que meio que une eles).
Kiyomi também não fica atrás, não faz juz a “mocinha” de
filmes, que tem que ser salva pelo herói protagonista. Aqui, como em muitos
mangás, ela é a heroína, forte e inteligente. E adoro poder dizer que ela é uma
independente, como em muitos mangás. Mas apesar de ser forte e saber se
defender muito bem, ela tem seu lado feminino.
MELHOR QUOTE ATÉ AGORA
“As profecias só se tornam verdadeiras quando
os homens agem em função delas.”
VAI CONTINUAR LENDO?
Claro que sim (e estou bem perto do final quando estou
escrevendo essa postagem). O livro é super divertido e envolvente. É delicioso
a leitura e o tempo passa depressa quando devora as páginas.
ULTIMA FRASE DA PÁGINA:
“Prendeu a respiração, ouvindo o gotejar,
ping-ping-plaf-plaf, das criaturas enquanto flutuavam em sua direção.”
Espero que tenham gostado da estreia de mais uma coluna aqui no blog.
Vou tentar fazer com a maioria (senão todos) os livros que eu estarei lendo após A Espada de Kuromori. Então aguarde que essa é a primeira de muitas tags como essa.



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