Resenha || Carros 3 (Cars 3)

Escrito por Miaka J. S. Freitas - segunda-feira, julho 17, 2017

Eu preciso confessar uma coisa: eu CHOREI em Cars 3. Vocês não leram errado, entendam a gravidade da confissão: eu realmente chorei em Cars 3.

Eu tenho quase a certeza que eu não assisti ao Carros 2, porque não me despertou a curiosidade. Gosto do primeiro filme, ele foi divertido e engraçado. Já acho que lançar o segundo foi desnecessário, forçar algo para fãs da animação e não me dei o trabalho de ver. Mas, mesmo assim, um único teaser de Carros 3 me fez querer ir ao cinema e dá uma chance.

E cá entre nós, um baita filme. Tudo bem que não é a melhor coisa, ainda poderíamos dizer que não precisava desse terceiro, mas cá entre nós, novamente, acho que a franquia precisava de um filme desses para encerrar com chave de ouro. Puta plost no final. E esse sim deve ser o ultimo de uma franquia. Fecha com chave de ouro toda uma saga do Mcqueen.

O teaser que me despertou a curiosidade foi o de Relâmpago sofrer um acidente (segue abaixo). Isso me lembra o Doc, do primeiro filme, que vê sua carreira acabar depois de um acidente. E por muitos anos ficou infeliz, se sentindo ultrapassado, pois só sabia ser um corredor. E foi uma criança, um moleque irresponsável que trás um novo sentido pra vida do Doc. E novamente, vemos um herói da geração perder o brilho e o proposito para sua vida. Dessa vez o próprio Relâmpago.


E o que falar de tanta homenagem pro velho Doc? Tantas lembranças, o conhecer novamente, dessa vez por meio dos amigos e do próprio Mcqueen. Um carro que não conhecemos tão bem no primeiro filme. Vê-lo em outra perspectiva. Foi mágico, foi nostálgico, foi um bom filme e homenagem.

Esse filme lembra a essência do primeiro, mas com novos personagens. Ele trás os que os fãs amaram no primeiro longa e fecha a historia de forma justa e bastante sentimental. A Pixar, mais uma vez, soube dar sentimentos a objetos inanimados. Foi ótimo.

Nesse filme também temos a Cruz Ramirez, a treinadora do Mcqueen, que sonhava em ser corredora. Uma garota louca, empolgada, que sempre ver um lado bom nas coisas (ela me lembra a Dory). Ela é uma boa nova protagonista, caso a franquia continue. Mas eu espero que a Pixar não faça um quarto filme de Carros, acho que encerrar nesse filme é a melhor coisa para se fazer. Foi ótimo para os fãs do primeiro filme como eu. No máximo aceitaria uns especiais ou spin off nos próximos anos, alguns flashbacks, alguns curtas de outros personagens marcantes, mas deixaremos este como o grande encerramento e lição de Carros 3: o amadurecimento do Mcqueen.

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